ÉTICA ECOCÊNTRICA: uma nova proposta de ética que visa despertar o ser humano para a responsabilidade de suas ações para com todos os seres do mundo. Um novo paradigma de reencantamento pela natureza ; uma nova ternura para com a vida e um sentimento autêntico de pertença amorosa à Terra. ...Urge conceber uma ética que valorize o EQUILÍBRIO, a HARMONIA, O RESPEITO A TODOS OS SERES VIVOS...
sábado, 7 de maio de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
PALAVRAS DE AUDREY HEPBURN
Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.
Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.
Para ter o corpo esguio, divida sua comida com os famintos.
Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez ao dia.
Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinha.
Lembre-se de que se algum dia você precisar de ajuda, você encontrará uma mão no final do seu braço. À medida que você envelhecer, você descobrirá que tem duas mãos - uma para ajudar a si mesmo, e outra para ajudar aos outros.
As pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas.
A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.
Casar é trocar a admiração de vários homens pela crítica de um só.
O segredo da minha lucidez é não acreditar em juventude eterna.
Seu coração se parte, é só isso.
Escolher o dia. Apreciá-lo ao máximo. O dia como ele vem. As pessoas como elas vêm. O passado, eu acho, me ajudou a apreciar o presente, e eu não quero estragar nada disso por idealizar um futuro.
Eu decidi, desde muito cedo, apenas aceitar a vida incondicionalmente. Eu nunca esperei que ela fizesse nada especial por mim, apesar de eu conseguir alcançar muito mais do que cheguei a imaginar. Na maioria das vezes, essas coisas só aconteceram sem que eu procurasse por elas.
Eu amo as pessoas que me fazem rir. Sinceramente, acho que é a coisa que eu mais gosto, rir. Cura uma infinidade de males. É provavelmente a coisa mais importante em uma pessoa.
Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.
Para ter o corpo esguio, divida sua comida com os famintos.
Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez ao dia.
Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinha.
Lembre-se de que se algum dia você precisar de ajuda, você encontrará uma mão no final do seu braço. À medida que você envelhecer, você descobrirá que tem duas mãos - uma para ajudar a si mesmo, e outra para ajudar aos outros.
As pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas.
A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.
Casar é trocar a admiração de vários homens pela crítica de um só.
O segredo da minha lucidez é não acreditar em juventude eterna.
Seu coração se parte, é só isso.
Escolher o dia. Apreciá-lo ao máximo. O dia como ele vem. As pessoas como elas vêm. O passado, eu acho, me ajudou a apreciar o presente, e eu não quero estragar nada disso por idealizar um futuro.
Eu decidi, desde muito cedo, apenas aceitar a vida incondicionalmente. Eu nunca esperei que ela fizesse nada especial por mim, apesar de eu conseguir alcançar muito mais do que cheguei a imaginar. Na maioria das vezes, essas coisas só aconteceram sem que eu procurasse por elas.
Eu amo as pessoas que me fazem rir. Sinceramente, acho que é a coisa que eu mais gosto, rir. Cura uma infinidade de males. É provavelmente a coisa mais importante em uma pessoa.
sexta-feira, 4 de março de 2011
A (falta de) ética na escola.
Notícia de "O Estado de São Paulo" do dia 02 de novembro destaca: Quem cola mente mais, diz estudo. Fala que uma pesquisa mostra que atitudes na escola refletem as da vida adulta. Será que precisávamos mesmo de uma pesquisa para saber isso?
"Uma vez mentiroso, sempre mentiroso", costumam dizer os pais. Um estudo nacional feito nos Estados Unidos garante que existe verdade nisso. Os resultados mostram que pessoas que colaram em exames no ensino médio são consideravelmente mais propensas a serem desonestas na vida adulta, segundo um relatório divulgado pelo Josephson Institute of Ethics, em Los Angeles.
Hoje, quase todas as notícias veiculadas nos remetem a um único assunto: a crise de valores, a ausência de ética, a desonestidade deslavada e generalizada. Termos como “mensalão” já se tornaram cotidianos, e a indignação inicial, aos poucos, transforma-se em resignação.
Dólares na cueca? Motivo de riso. Caixa 2? Todo mundo tem. Compra de voto? Sempre foi assim. Pirataria? O original é caro. Sonegar impostos? Forma de sobrevivência. Pagar propina? Só assim acontece. E por aí vai... Respostas simples, simplistas e cínicas acabam por nos fazer acreditar que tem que ser assim.Está nos faltando indignação! Não aquela emocional, de momento, que temos ao tomar conhecimento do fato. Falta-nos manter o inconformismo o quanto for necessário, até que as mudanças aconteçam.
Como está, o que esperar do futuro de nosso país? Crianças que aprendem a conviver com esses temas como algo normal serão melhores governantes?
A Escola tem um papel primordial nesta questão. A Escola deve ser a primeira a mostrar sua indignação, a primeira a solicitar uma mudança de postura da sociedade como um todo.
E não basta a revolta manifesta com tudo que se apresenta nos noticiários. É preciso dar o exemplo, já que ele não vem de cima.
Não podemos praticar ou deixar que pratiquem pirataria – seja em programas de computador que permitimos em nossos laboratórios, seja a reprografia de livros que não vemos acontecer em nossas dependências.
Não podemos deixar de fazer o justo por que a concorrência também não pratica. Não podemos aceitar propostas indecorosas de fiscais, quaisquer que sejam, para “facilitar nossa vida”. Em resumo, não podemos fazer como todos fazem!
Também é necessário ampliarmos cada vez mais a educação para a ética, para a honestidade, para a cidadania, para os valores. E nesta perspectiva, a intolerância para temas banais como a “cola” deve ser retomada e repisada à exaustão.
Afinal, se hoje rimos quando os alunos nos dizem que “quem não cola não sai da escola”, provavelmente, apesar de todos os nossos esforços, todos estaremos rindo quando estes mesmos alunos estiverem com dólares na cueca... Retomo e concluo. Sim, precisamos mostrar nossa indignação com essa crise política que se apresenta há alguns meses. Mas não basta falar do exemplo que não vem de cima: devemos dar nosso exemplo de que é possível uma sociedade mais ética, mais justa, mais honesta. Não existe meio termo! Ou se é honesto, ou se é desonesto. Com tudo que se apresenta nos jornais, este parece ser o grande desafio da educação moderna brasileira.
Fonte : http://acontecenaeducacao.blogspot.com/2010/03/falta-de-etica-na-escola.html -
RPrado - Educador
"Uma vez mentiroso, sempre mentiroso", costumam dizer os pais. Um estudo nacional feito nos Estados Unidos garante que existe verdade nisso. Os resultados mostram que pessoas que colaram em exames no ensino médio são consideravelmente mais propensas a serem desonestas na vida adulta, segundo um relatório divulgado pelo Josephson Institute of Ethics, em Los Angeles.
Hoje, quase todas as notícias veiculadas nos remetem a um único assunto: a crise de valores, a ausência de ética, a desonestidade deslavada e generalizada. Termos como “mensalão” já se tornaram cotidianos, e a indignação inicial, aos poucos, transforma-se em resignação.
Dólares na cueca? Motivo de riso. Caixa 2? Todo mundo tem. Compra de voto? Sempre foi assim. Pirataria? O original é caro. Sonegar impostos? Forma de sobrevivência. Pagar propina? Só assim acontece. E por aí vai... Respostas simples, simplistas e cínicas acabam por nos fazer acreditar que tem que ser assim.Está nos faltando indignação! Não aquela emocional, de momento, que temos ao tomar conhecimento do fato. Falta-nos manter o inconformismo o quanto for necessário, até que as mudanças aconteçam.
Como está, o que esperar do futuro de nosso país? Crianças que aprendem a conviver com esses temas como algo normal serão melhores governantes?
A Escola tem um papel primordial nesta questão. A Escola deve ser a primeira a mostrar sua indignação, a primeira a solicitar uma mudança de postura da sociedade como um todo.
E não basta a revolta manifesta com tudo que se apresenta nos noticiários. É preciso dar o exemplo, já que ele não vem de cima.
Não podemos praticar ou deixar que pratiquem pirataria – seja em programas de computador que permitimos em nossos laboratórios, seja a reprografia de livros que não vemos acontecer em nossas dependências.
Não podemos deixar de fazer o justo por que a concorrência também não pratica. Não podemos aceitar propostas indecorosas de fiscais, quaisquer que sejam, para “facilitar nossa vida”. Em resumo, não podemos fazer como todos fazem!
Também é necessário ampliarmos cada vez mais a educação para a ética, para a honestidade, para a cidadania, para os valores. E nesta perspectiva, a intolerância para temas banais como a “cola” deve ser retomada e repisada à exaustão.
Afinal, se hoje rimos quando os alunos nos dizem que “quem não cola não sai da escola”, provavelmente, apesar de todos os nossos esforços, todos estaremos rindo quando estes mesmos alunos estiverem com dólares na cueca... Retomo e concluo. Sim, precisamos mostrar nossa indignação com essa crise política que se apresenta há alguns meses. Mas não basta falar do exemplo que não vem de cima: devemos dar nosso exemplo de que é possível uma sociedade mais ética, mais justa, mais honesta. Não existe meio termo! Ou se é honesto, ou se é desonesto. Com tudo que se apresenta nos jornais, este parece ser o grande desafio da educação moderna brasileira.
Fonte : http://acontecenaeducacao.blogspot.com/2010/03/falta-de-etica-na-escola.html -
RPrado - Educador
A base do comportamento ético: É simplesmente agir pautado nos valores universais.
Valores universais
Os chamados Valores Universais são os pilares para a convivência entre cidadãos de todo o mundo.
Criada logo após o término da Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), Assinada em 26 de junho de 1945, em São Francisco (EUA), e ratificada em outubro do mesmo ano, a Carta das Nações Unidas tem como pilar a cooperação conjunta e voluntária dos países, considerada o melhor meio para assegurar uma paz duradoura.
Os valores descritos nessa declaração têm como objetivo principal nos ajudar a ver a diferença entre o certo e o errado. Eles foram pensados para mostrar a cada um de nós a melhor maneira de agir para conviver bem com pessoas e culturas diferentes de nós.
Essa Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada e proclamada na Assembléia Geral das Nações Unidades (ONU) de 10 de dezembro de 1948.
Declaração Universal dos Direitos Humanos- Carta Magna
Em seu primeiro artigo, a declaração diz que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”, são “dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”.
Os propósitos estabelecidos no documento fundador da ONU são manter a paz e a segurança internacionais; fomentar entre as nações relações de amizade baseadas no principio de igualdade de direitos e livre determinação dos povos, respeitando a diversidade das muitas culturas espalhadas pelo mundo; fomentar a cooperação internacional para a solução de problemas econômicos, sociais, culturais ou humanitários; e servir como centro de harmonização dos esforços das nações para atingir esses objetivos.
Fontes:
http://www.brasil.gov.br/sobre/cidadania/gentileza-urbana-digital/valores-universais 29/10/2009 20:10 - Portal Brasil
http://www.pnud.org.br/home/index.php - Programa das Nações Unidas p/ o Desenvolvimento
Os chamados Valores Universais são os pilares para a convivência entre cidadãos de todo o mundo.
Criada logo após o término da Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), Assinada em 26 de junho de 1945, em São Francisco (EUA), e ratificada em outubro do mesmo ano, a Carta das Nações Unidas tem como pilar a cooperação conjunta e voluntária dos países, considerada o melhor meio para assegurar uma paz duradoura.
Os valores descritos nessa declaração têm como objetivo principal nos ajudar a ver a diferença entre o certo e o errado. Eles foram pensados para mostrar a cada um de nós a melhor maneira de agir para conviver bem com pessoas e culturas diferentes de nós.
Essa Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada e proclamada na Assembléia Geral das Nações Unidades (ONU) de 10 de dezembro de 1948.
Declaração Universal dos Direitos Humanos- Carta Magna
Em seu primeiro artigo, a declaração diz que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”, são “dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”.
Os propósitos estabelecidos no documento fundador da ONU são manter a paz e a segurança internacionais; fomentar entre as nações relações de amizade baseadas no principio de igualdade de direitos e livre determinação dos povos, respeitando a diversidade das muitas culturas espalhadas pelo mundo; fomentar a cooperação internacional para a solução de problemas econômicos, sociais, culturais ou humanitários; e servir como centro de harmonização dos esforços das nações para atingir esses objetivos.
Fontes:
http://www.brasil.gov.br/sobre/cidadania/gentileza-urbana-digital/valores-universais 29/10/2009 20:10 - Portal Brasil
http://www.pnud.org.br/home/index.php - Programa das Nações Unidas p/ o Desenvolvimento
Seja ético.... Não desista!
Os anos enrugam o rosto; a falta de ideal enruga a alma” (Gen. Mac Arthur)
“Que os esforços superem as impossibilidades, pois as grandes proezas dos homens surgiram daquilo que parecia ser impossível” (Charles Chaplin)
“Que os esforços superem as impossibilidades, pois as grandes proezas dos homens surgiram daquilo que parecia ser impossível” (Charles Chaplin)
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Feliz Ano novo! Feliz Vida!
Receita para um ano...ou melhor, para uma vida feliz!
“Ame a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.”
"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
E para terminar, mensagem afixada na parede de uma farmácia (particularmente para mim, a melhor de todas):
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
“Ame a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.”
"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
E para terminar, mensagem afixada na parede de uma farmácia (particularmente para mim, a melhor de todas):
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
Adaptado de uma Campanha Publicitária
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Visão filosófica de ética
Segundo os grandes pensadores, o foco da ética está na educação do caráter humano visando conter seus instintos e orientá-los para o bem, de modo a adequar o indivíduo à sua comunidade. De acordo com Sócrates, somente a educação pode tornar o homem moralizado. Platão estabelece que a vida ética é gradativamente mais elevada pela adequação desta às idéias (eide) superiores, análogas à forma do bem. Aristóteles deu à ética bases seguras. Dizia que o fim do homem é a felicidade temporal da vida de conformidade com a razão, e que a virtude é o caminho dessa felicidade, e esta implica, fundamentalmente, a liberdade.
domingo, 26 de setembro de 2010
Dica para uma boa comunicação ! Por Paulo Freire
Toda comunicação deve ser “dialógica”....
...Este diálogo não pode reduzir-se a depositar idéias em outros...
...O diálogo não pode existir sem um profundo amor pelo mundo e pelos homens...
O diálogo como encontro dos homens que têm por tarefas comuns aprender a atuar, rompe-se se as partes, ou uma delas, carecer de humildade.
Paulo Freire
...Este diálogo não pode reduzir-se a depositar idéias em outros...
...O diálogo não pode existir sem um profundo amor pelo mundo e pelos homens...
O diálogo como encontro dos homens que têm por tarefas comuns aprender a atuar, rompe-se se as partes, ou uma delas, carecer de humildade.
Paulo Freire
sábado, 25 de setembro de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
TÊNIS E FRESCOBOL - Por Rubem Alves
Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que, os relacionamentos são de dois tipos:
Há os relacionamentos do tipo tênis e os do tipo frescobol.
Os relacionamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal.
Os relacionamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me:
O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro : o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada, palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra, pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um é um acidente lamentável que não deveria ter acontecido. E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos...
A bola: são nossas fantasias, nossos sonhos, nossas idéias sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonhos e idéias pra lá e prá cá...
No tênis recebe-se a idéia do outro para destruí-la, arrebentá-la como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: a idéia do outro é uma preciosidade, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem, cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem e se deseja que o jogo nunca tenha fim...
Há os relacionamentos do tipo tênis e os do tipo frescobol.
Os relacionamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal.
Os relacionamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me:
O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro : o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada, palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra, pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um é um acidente lamentável que não deveria ter acontecido. E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos...
A bola: são nossas fantasias, nossos sonhos, nossas idéias sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonhos e idéias pra lá e prá cá...
No tênis recebe-se a idéia do outro para destruí-la, arrebentá-la como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: a idéia do outro é uma preciosidade, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem, cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem e se deseja que o jogo nunca tenha fim...
Proposta de uma nova ética
ÉTICA ECOCÊNTRICA é uma nova proposta de ética que visa despertar o ser humano para a responsabilidade de suas ações para com todos os seres do mundo. Afirma Araújo W.C.A (2001:98): " precisamos de um novo paradigma de reencantamento pela natureza e de compaixão pelos que sofrem; uma nova ternura para com a vida e um sentimento autêntico de pertença amorosa à Terra. ...Urge conceber uma ética que valorize o EQUILÍBRIO, a HARMONIA, o RESPEITO A TODOS OS SERES VIVOS, uma ética justa, livre e igualitária, que não privilegie o domínio do ser humano, investindo de responsabilidade por seus atos com relação a tudo que vive. É preciso despertar para a unicidade universal e a responsabilidade com relação ao planeta, visando à construção de um novo etos que enfatize o convívio dos homens entre si e com os demais seres, de forma AMOROSA, RESPEITOSA E HARMÔNICA".
Assim nasce um paradigma.
Os cinco macacos (autor desconhecido)
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas.
Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada.
Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu.
Um quarto, e afinal, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.
Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
"Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui."
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas.
Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada.
Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu.
Um quarto, e afinal, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.
Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
"Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui."
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